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Custos relativos ao ciclo de vida

"A sustentabilidade apresenta-se em três áreas: sociedade, mundo dos negócios e ambiente. A situação aqui é a de que nos comportemos de forma a que a próxima geração consiga viver nestas três áreas. O ponto central é, sem qualquer dúvida, o bem-estar das pessoas que vivem nestes edifícios. Quando uma pessoa se sente bem, quando o conforto está presente, então essa pessoa cuidará do seu ambiente e tudo reverterá a favor da sustentabilidade da sociedade.”

"A fachada é a parte mais importante da estrutura do edifício. Separa a parte interna da parte externa, o que significa que a perda total de aquecimento através da estrutura do edifício ocorre, obviamente, através da fachada. O reconhecimento deste facto poderia oferecer uma importante contribuição. A fachada também deverá, obviamente, proteger do calor excessivo no verão – tem, portanto, diversas funções.”

"Atualmente, temos consciência de que os custos relativos ao ciclo de vida, ao fim de 15-20 anos, são tão elevados quanto os encargos de construção. Além disso, os custos de ciclo de vida são contínuos. E aqui aplica-se o princípio da provisão: deveríamos construir de forma a que os encargos relativos ao ciclo de vida não fiquem demasiado elevados para a próxima geração. Caso contrário, já não teremos capacidade para administrar estes edifícios. Os custos de ciclo de vida são, na minha opinião, de fulcral importância para a economia. Se, neste momento, eu tentar reduzir os custos subsequentes, os custos relativos ao ciclo de vida, talvez tenha possivelmente de considerar um investimento ligeiramente maior, mas haverá menores custos de manutenção. Queremos demonstrar que: se construir um edifício com certos critérios de sustentabilidade, essa decisão será lucrativa a longo-prazo!”